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5 perguntas e respostas sobre o FIES

Antes de se cadastrar no FIES analise cuidadosamente algumas questões para não acabar incorrendo em grandes dívidas. Se você se inscreveu no Enem e não tem condições de pagar as taxas universitárias, pode usar as notas do aluno para custear os cursos de uma universidade particular por meio da Fundação de Auxílio Financeiro ao Estudante (FIES).

Se você passar na seleção, o procedimento funciona da seguinte maneira: Você inicia o curso, e durante o curso deve pagar o valor não financiado. Um mês após a formatura, você começa a pagar suas dívidas.

Contratar o FIES pode parecer simples, mas antes de tomar essa decisão é importante saber que existem jovens que aderiram ao programa e hoje estão quitando suas dívidas.

Portanto, antes de ingressar no FIES, é importante estabelecer um pressuposto sobre a experiência de financiamento de cursos de graduação (principalmente cursos de longa duração).

Ao imaginar as opções possíveis, você pode determinar se o programa é adequado para você, porque depois de se formar, você precisará pagar suas dívidas.

Para ajudá-lo a decidir se deve escolher o FIES, listamos essas 5 questões.

Confira as 5 perguntas e respostas sobre o FIES: 

5 perguntas e respostas sobre o FIES

  • Posso me cadastrar no FIES? 

O FIES é um programa para quem já concluiu alguma versão do Enem desde 2010 e tem média de 450 pontos no mínimo e não zerou o texto. Além disso, os candidatos devem comprovar que a renda familiar não ultrapassa de três a cinco salários mínimos.

  • Como funciona o FIES?

Existem dois tipos de FIES: Fundo de Auxílio ao Estudante e Programa de Auxílio ao Estudante. Veja a diferença entre os dois métodos abaixo: FIES: Em termos de financiamento, o FIES leva vantagem porque sua taxa de juros é zero (taxa de inflação e correção de juros).

Você precisa comprovar que sua renda familiar não ultrapassa três salários mínimos.

FIES: A taxa de juros varia de acordo com o agente financeiro (banco). Nesse caso, a renda familiar deve chegar a cinco salários mínimos.

  • Quanto eu vou pagar depois de formado?

De acordo com as regras do programa, após a formatura, o aluno deve pagar todas as mensalidades subsidiadas. Se o jovem estiver trabalhando, o valor mensal é descontado diretamente no salário.

Esse valor é de aproximadamente 10% do salário. Exemplo: Se sua dívida é de 50.000 reais e seu salário é de 2.000 reais, você pagará 200 reais por mês durante quase 21 anos.

No entanto, como as tendências salariais aumentaram ao longo dos anos, as dívidas podem ser pagas em um período de tempo mais curto.

  • Despesas depois de formado, quais serão?

O consultor financeiro recomenda que a dívida não ultrapasse 30% do seu salário. Com isso em mente, é recomendável que você primeiro liste as taxas que precisa pagar.

Alguns jovens querem comprar um carro após a formatura, ter casa própria, ou pelo menos ter espaço, mesmo que tenham que pagar aluguel. Existem outras contas, como eletricidade, água, alimentação, seguro saúde, etc.

Portanto, você terá que pagar tudo isso e a parte FIES. Portanto, é hora de analisar se você pode pagar as contas e dívidas. Portanto, considere as suas expectativas serão atendidas no curso que você escolher.

  • Tenho outras opções além do FIES?

Se você leu todas as informações sobre o Fies e percebeu que este não é o programa para você, fique calmo.

Existem outras opções: 

SiSU: Se você participou do Enem um ano antes do período de inscrições, é recomendável se inscrever no Sistema Único de Seleção, que oferece vagas para cursos ministrados em universidades públicas.

ProUni: O Programa Universitário Nacional oferece bolsas parciais e integrais para alunos que tenham participado do Enem no ano anterior e cuja renda familiar não seja superior a um salário mínimo.

Minicursos: Se você não foi aprovado no SiSU ou no ProUni, outra opção é investir em cursos pré-hostis para melhor se preparar para os exames educacionais e obter a pontuação mínima exigida por um dos programas governamentais.

O Ministério da Educação (MEC) relatou algumas mudanças em relação ao financiamento estudantil no final de 2019. Primeiro, declare-os como a versão 2020, e então a agência retorna ao seu comunicado e informa sobre as mudanças no segundo semestre de 2020, que mudaram novamente, e agora será 2021.